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Feira de Cantão (Guangzhou)
A Canton Fair inaugurada em 1957 é uma feira multi-setorial que apresenta mercadorias para exportação da China e é considerada a maior
e mais importante feira do país aonde uma grande variedade de expositores oferecem mais de 150 mil tipos de produtos com qualidade e preços altamente competitivos. Em 2007 foi inaugurado um pavilhão somente para exposição de empresas estrangeiras.
Realizada no sul da China na cidade de Guangzhou (Cantão), a feira possui duas edições por ano e são divididas em três fases cada. Atualmente, a Feira de Cantão é considerada a maior Feira de Negócios do mundo com 851,000 m2 de exibição e 42,659 standard de exibição.
A Feira se tornou uma plataforma para o comércio internacional. Na 106° edição, que ocorreu em outubro de 2009, foram 188.170 visitantes, aproximadamente 195 países visitaram, havia 22.320 exibidores e 55.927 estandes.
A 107ª edição da Feira de Cantão ocorrerá em abril de 2010 e será organizada nas seguintes datas e produtos de exibição:
1° Fase: de 15 a 19 de Abril:
Máquinas e Equipamentos Pesados
Pequenos Maquinários,
Bicicletas
Motos
Auto-Peças
Produtos Químicos
Hardware
Ferramentas
Veículos (Outdoor),
Máquinas para Construção (Outdoor),
Eletrodomésticos,
Eletrônicos
Produtos Elétricos
Computadores
Produtos de Comunicação
Equipamentos de Iluminação
Materiais de Construção e Decoração, Artigos Sanitários
Produtos para Banheiro
Pavilhão Internacional para Expositores Estrangeiros
2° Fase: de 22 a 27 de Abril
Artigos de Cama, Mesa e Banho
Artigos de Decoração para o Lar
Vidros
Móveis
Produtos em Rattan e em Aço
Produtos para Jardinagem
Produtos em Pedras e Aço (Outdoor)
Itens de Utilidade Doméstica
Produtos de Estética
Artigos de Higiene
Relógios
Instrumentos Ópticos
Brinquedos
Presentes e Prêmios
Produtos para Festas.
3° Fase: de 1 a 5 de Maio
Vestuários Masculinos e Femininos
Vestuário Infantil
Roupa Íntima
Vestuário Esportivo e Casual
Produtos de Pele
Couro
Plumagem e Produtos Relacionados
Acessórios de Moda e Armação
Tecidos para o Lar
Matéria-Prima Têxtil
Tecidos
Carpetes e Tapeçarias
Alimentos
Produtos Nativos
Produtos Médicos e para Saúde
Aparelhos Médicos
Descartáveis e para Curativos
Produtos Esportivos
Produtos para Viagem e Lazer
Material de Escritório
Calçados
Malas e Bolsas.
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 Monasterio de Tashi Lhunpo
A tradição Kadampa fundada por Atisha foi a fonte principal de inspiração para o desenvolvimento da tradição Gelug fundada por Je Tsongkhapa (1357-1419). Ele nasceu na regiãoTsongkha na província de Amdo. Com três anos ele recebeu a ordenação completa do Quarto Karmapa , Rolpey Dorjey, e o nome de Kunga Nyingpo. Aos sete anos ele recebeu os votos noviços de seu mestre, Chöjey Dhondup Rinchen, e lhe foi dado o nome de Lobsang Drakpa. Mesmo nesta idade precoce ele recebeu muitos ensinamentos e iniciações de Heruka, Yamantaka e Hevajra, e podia recitar de cór textos como A Expressão dos Nomes de Manjushri.
Tsongkhapa viajou extensivamente à procura de conhecimentos e estudou com mestres de todas as tradições existentes começando com Chennga Chökyi Gyelpo, de quem recebeu os ensinamentos nos tópicos como a mente da iluminação e o Grande Selo (Mahamudra). Könchok Kyab lhe ensinou tratados médicos em Drikung. Em Nyethang Dewachen ele estudou Os Ornamentos para uma Clara Realização e a Perfeição da Sabedoria e, sobresaindo-se nos debates, ele se tornou conhecido por sua erudição. Ele também viajou até Sakya onde ele estudou a disciplina monástica, fenomelogia, cognição válida, O Caminho do Meio e Guhyasamaja com lamas proeminentes tais como Kazhipa Losel e Rendawa. Ele também recebeu transmissões das Seis Doutrinas de Naropa, o Kalachakra, Mahamudra, o Caminho e seus Frutos, Chakrasamvara e numerosos outros e os transmitiu todos à seus discípulos.
Além de seus estudos e ensinamentos ele se ocupou de extensos retiros para meditação.
O mais longo, em Wolkha Cholung, durou quatro anos durante os quais ele foi acompanhado por oito discípulos íntimos. Ele tem a reputação de ter executado milhões de prostrações, oferendas de mandala e outras formas de prática de purificação. Tsongkhapa freqüentemente tinha visões de deidades de meditação e especialmente de Manjushri, com quem ele poderia comunicar-se para resolver suas dúvidas sobre aspectos profundos dos ensinamentos.
Tsongkhapa estudou com mais de cem professores, praticou extensivamente e ensinou a milhares de discípulos principalmente nas regiões centrais e orientais do Tibet. Além disto, ele escreveu muito. Seus trabalhos, totalizando dezoito volumes, continham cem títulos relativos a todos os aspéctos dos ensinamentos Budistas e clareava alguns dos tópicos mais difíceis do Sutrayana e dos ensinamentos Mantrayana. Seus trabalhos principais são: A Grande Exposição das Fases do Caminho (Lam-rim chen-mo), A Grande Exposição dos Tantras (sNgag-rim chen-mo), A Essência da Eloqüência nos Ensinos Interpretivos e Definitivos (Drnng-nges legs-bshad snying-po), O Elogio da Relatividade (rTen - 'brel bstodpa), A Exposição Clara das Cinco Fases do Guhyasamaja (gSang -'dus rim-lnga gsal-sgron) e O Rosário Dourado (gSer-phreng) .Entre os muitos de seus discípulos principais, Gyeltsab Dharma Rinchen (1364-1432), Khedrub Geleg Pelsang (1385-1438), Gyalwa Gendun Drup (1391-1474), Jamyang Chöjey Tashi Pelden (1379-1449), Jamchen Chöjey Shakya Yeshe, Jey Sherab Sengey e Kunga Dhondup (1354-1438) são alguns dos mais significantes.
Tsongkhapa faleceu finalmente com idade de sessenta anos no vingésimo-quinto dia do décimo mês Tibetano, confiando seu trono em Ganden à Gyeltsabjey. Assim começou uma tradição que continua até os dias de hoje. O nonagésimo-nono sucessor do trono de Ganden, e assim, a cabeça formal da Ordem Gelugpa, é o Ven. Yeshi Dhondup.
O maior Monastérios Gelugpa no Tibet é o Monastério de Ganden fundado pelo próprio Tsongkhapa em 1409 e foi dividido em dois colégios, o Shartsey e o Jangtsey. Jamyang Chöje Tashi Pelden fundou Monastério de Drepung em 1416. Em certa época ele chegou a ter sete filiais mas estes foram amalgamados posteriormente em quatro Loseling, Gomang, Deyang e Ngagpa. Destes, somente dois colégios, o Drepung e o Gomang sobreviveram até o tempo presente. Um dos filhos espirituais de Tsongkhapa, Jamchen Chöjey Shakya Yeshi estabeleceu o Monastério de Sera em 1419. Ele tinha cinco colégios nos quais foram amalgamados posteriormente em dois - o Sera-Jey e o Sera-Mey. Semelhantemente, Gyalwa Gendun Drup, o Primeiro Dalai Lama, fundou o Monastério de Tashi Lhunpo, em Shigatse em 1447 que se tornou o trono dos Panchen Lamas sucessivos. Ele tinha originalmente quatro colégios.
O Colégio Tantrico Inferior, Gyumey, foi estabelecido por Jey Sherab Sengey em 1440, e o Colégio Tantrico Superior, Gyutö por Gyuchen Kunga Dhondup em 1474. Nos tempos aureos havia mais de cinco mil monges em cada uma das universidades monásticas ao redor de Lhasa, Ganden, Drepung e Sera, enquanto havia pelo menos quinhentos monges em cada colégio tantrico. Homens jovens viajariam de todas as três regiões de Tibet para se matricular nestss universidades monásticas como monges para receber uma educação e treinamento espiritual.
Em geral, o currículo abrangia estudos dos cinco principais tópicos- a perfeição da sabedoria, a filosofia do Caminho do Meio, cognição válida, fenomenologia e a disciplina monástica. Estes cinco tópicos eram estudados meticulosamente pelo método dialetico usando textos Indianos como também comentários de Tibetanos e Indianos à eles, freqüentemente em livros de ensino únicos de cada tradição monástica, por um período de quinze a vinte anos. Ao se completar este treinamento, um monge é premiado com um dos três níveis do grau de Geshey (Doutor em Filosofia Budista), Dorampa, Tsogrampa e Lharampa dos quais o mais alto é o grau Geshey de Lharampa.
Subseqüentemente, se ele assim o desejar, o Geshey pode unir-se a um dos colégios tantricos para estudar os tantras e assim completar seus estudos formais, ou ele pode voltar ao seu monastério local para ensinar, ou se retirar em exclusão para se ocupar da meditação intensiva. Um monge que completou o treinamento de um Geshey é respeitado como sendo um mestre espiritual completamente qualificado e autorizado, merecedor de devoção e estima.
Esta tradição permanece dinâmica até mesmo depois do exílio. Os principais monastérios Gelug , Sera, Drepung, Ganden, e os monastérios Tashi Lhunpo e o Colégio Tantrico Gyumey foram re-estabelecidos em vários assentamentos Tibetanos em Karnataka, e o Colégio Tantrico Gyutö foi re-estabelecido em Bomdila, Arunachal Pradesh, todos na Índia.
Extraído do site http://web.prover.com.br/salves/tibsects.htm
A tradição Kadampa fundada por Atisha foi a fonte principal de inspiração para o desenvolvimento da tradição Gelug fundada por Je Tsongkhapa (1357-1419). Ele nasceu na regiãoTsongkha na província de Amdo. Com três anos ele recebeu a ordenação completa do Quarto Karmapa , Rolpey Dorjey, e o nome de Kunga Nyingpo. Aos sete anos ele recebeu os votos noviços de seu mestre, Chöjey Dhondup Rinchen, e lhe foi dado o nome de Lobsang Drakpa. Mesmo nesta idade precoce ele recebeu muitos ensinamentos e iniciações de Heruka, Yamantaka e Hevajra, e podia recitar de cór textos como A Expressão dos Nomes de Manjushri.
Tsongkhapa viajou extensivamente à procura de conhecimentos e estudou com mestres de todas as tradições existentes começando com Chennga Chökyi Gyelpo, de quem recebeu os ensinamentos nos tópicos como a mente da iluminação e o Grande Selo (Mahamudra). Könchok Kyab lhe ensinou tratados médicos em Drikung. Em Nyethang Dewachen ele estudou Os Ornamentos para uma Clara Realização e a Perfeição da Sabedoria e, sobresaindo-se nos debates, ele se tornou conhecido por sua erudição. Ele também viajou até Sakya onde ele estudou a disciplina monástica, fenomelogia, cognição válida, O Caminho do Meio e Guhyasamaja com lamas proeminentes tais como Kazhipa Losel e Rendawa. Ele também recebeu transmissões das Seis Doutrinas de Naropa, o Kalachakra, Mahamudra, o Caminho e seus Frutos, Chakrasamvara e numerosos outros e os transmitiu todos à seus discípulos.
Além de seus estudos e ensinamentos ele se ocupou de extensos retiros para meditação.
O mais longo, em Wolkha Cholung, durou quatro anos durante os quais ele foi acompanhado por oito discípulos íntimos. Ele tem a reputação de ter executado milhões de prostrações, oferendas de mandala e outras formas de prática de purificação. Tsongkhapa freqüentemente tinha visões de deidades de meditação e especialmente de Manjushri, com quem ele poderia comunicar-se para resolver suas dúvidas sobre aspectos profundos dos ensinamentos.
Tsongkhapa estudou com mais de cem professores, praticou extensivamente e ensinou a milhares de discípulos principalmente nas regiões centrais e orientais do Tibet. Além disto, ele escreveu muito. Seus trabalhos, totalizando dezoito volumes, continham cem títulos relativos a todos os aspéctos dos ensinamentos Budistas e clareava alguns dos tópicos mais difíceis do Sutrayana e dos ensinamentos Mantrayana. Seus trabalhos principais são: A Grande Exposição das Fases do Caminho (Lam-rim chen-mo), A Grande Exposição dos Tantras (sNgag-rim chen-mo), A Essência da Eloqüência nos Ensinos Interpretivos e Definitivos (Drnng-nges legs-bshad snying-po), O Elogio da Relatividade (rTen - 'brel bstodpa), A Exposição Clara das Cinco Fases do Guhyasamaja (gSang -'dus rim-lnga gsal-sgron) e O Rosário Dourado (gSer-phreng) .Entre os muitos de seus discípulos principais, Gyeltsab Dharma Rinchen (1364-1432), Khedrub Geleg Pelsang (1385-1438), Gyalwa Gendun Drup (1391-1474), Jamyang Chöjey Tashi Pelden (1379-1449), Jamchen Chöjey Shakya Yeshe, Jey Sherab Sengey e Kunga Dhondup (1354-1438) são alguns dos mais significantes.
Tsongkhapa faleceu finalmente com idade de sessenta anos no vingésimo-quinto dia do décimo mês Tibetano, confiando seu trono em Ganden à Gyeltsabjey. Assim começou uma tradição que continua até os dias de hoje. O nonagésimo-nono sucessor do trono de Ganden, e assim, a cabeça formal da Ordem Gelugpa, é o Ven. Yeshi Dhondup.
O maior Monastérios Gelugpa no Tibet é o Monastério de Ganden fundado pelo próprio Tsongkhapa em 1409 e foi dividido em dois colégios, o Shartsey e o Jangtsey. Jamyang Chöje Tashi Pelden fundou Monastério de Drepung em 1416. Em certa época ele chegou a ter sete filiais mas estes foram amalgamados posteriormente em quatro Loseling, Gomang, Deyang e Ngagpa. Destes, somente dois colégios, o Drepung e o Gomang sobreviveram até o tempo presente. Um dos filhos espirituais de Tsongkhapa, Jamchen Chöjey Shakya Yeshi estabeleceu o Monastério de Sera em 1419. Ele tinha cinco colégios nos quais foram amalgamados posteriormente em dois - o Sera-Jey e o Sera-Mey. Semelhantemente, Gyalwa Gendun Drup, o Primeiro Dalai Lama, fundou o Monastério de Tashi Lhunpo, em Shigatse em 1447 que se tornou o trono dos Panchen Lamas sucessivos. Ele tinha originalmente quatro colégios.
O Colégio Tantrico Inferior, Gyumey, foi estabelecido por Jey Sherab Sengey em 1440, e o Colégio Tantrico Superior, Gyutö por Gyuchen Kunga Dhondup em 1474. Nos tempos aureos havia mais de cinco mil monges em cada uma das universidades monásticas ao redor de Lhasa, Ganden, Drepung e Sera, enquanto havia pelo menos quinhentos monges em cada colégio tantrico. Homens jovens viajariam de todas as três regiões de Tibet para se matricular nestss universidades monásticas como monges para receber uma educação e treinamento espiritual.
Em geral, o currículo abrangia estudos dos cinco principais tópicos- a perfeição da sabedoria, a filosofia do Caminho do Meio, cognição válida, fenomenologia e a disciplina monástica. Estes cinco tópicos eram estudados meticulosamente pelo método dialetico usando textos Indianos como também comentários de Tibetanos e Indianos à eles, freqüentemente em livros de ensino únicos de cada tradição monástica, por um período de quinze a vinte anos. Ao se completar este treinamento, um monge é premiado com um dos três níveis do grau de Geshey (Doutor em Filosofia Budista), Dorampa, Tsogrampa e Lharampa dos quais o mais alto é o grau Geshey de Lharampa.
Subseqüentemente, se ele assim o desejar, o Geshey pode unir-se a um dos colégios tantricos para estudar os tantras e assim completar seus estudos formais, ou ele pode voltar ao seu monastério local para ensinar, ou se retirar em exclusão para se ocupar da meditação intensiva. Um monge que completou o treinamento de um Geshey é respeitado como sendo um mestre espiritual completamente qualificado e autorizado, merecedor de devoção e estima.
Esta tradição permanece dinâmica até mesmo depois do exílio. Os principais monastérios Gelug , Sera, Drepung, Ganden, e os monastérios Tashi Lhunpo e o Colégio Tantrico Gyumey foram re-estabelecidos em vários assentamentos Tibetanos em Karnataka, e o Colégio Tantrico Gyutö foi re-estabelecido em Bomdila, Arunachal Pradesh, todos na Índia.
Extraído do site http://web.prover.com.br/salves/tibsects.htm
A tradição Kadampa fundada por Atisha foi a fonte principal de inspiração para o desenvolvimento da tradição Gelug fundada por Je Tsongkhapa (1357-1419). Ele nasceu na regiãoTsongkha na província de Amdo. Com três anos ele recebeu a ordenação completa do Quarto Karmapa , Rolpey Dorjey, e o nome de Kunga Nyingpo. Aos sete anos ele recebeu os votos noviços de seu mestre, Chöjey Dhondup Rinchen, e lhe foi dado o nome de Lobsang Drakpa. Mesmo nesta idade precoce ele recebeu muitos ensinamentos e iniciações de Heruka, Yamantaka e Hevajra, e podia recitar de cór textos como A Expressão dos Nomes de Manjushri.
Tsongkhapa viajou extensivamente à procura de conhecimentos e estudou com mestres de todas as tradições existentes começando com Chennga Chökyi Gyelpo, de quem recebeu os ensinamentos nos tópicos como a mente da iluminação e o Grande Selo (Mahamudra). Könchok Kyab lhe ensinou tratados médicos em Drikung. Em Nyethang Dewachen ele estudou Os Ornamentos para uma Clara Realização e a Perfeição da Sabedoria e, sobresaindo-se nos debates, ele se tornou conhecido por sua erudição. Ele também viajou até Sakya onde ele estudou a disciplina monástica, fenomelogia, cognição válida, O Caminho do Meio e Guhyasamaja com lamas proeminentes tais como Kazhipa Losel e Rendawa. Ele também recebeu transmissões das Seis Doutrinas de Naropa, o Kalachakra, Mahamudra, o Caminho e seus Frutos, Chakrasamvara e numerosos outros e os transmitiu todos à seus discípulos.
Além de seus estudos e ensinamentos ele se ocupou de extensos retiros para meditação.
O mais longo, em Wolkha Cholung, durou quatro anos durante os quais ele foi acompanhado por oito discípulos íntimos. Ele tem a reputação de ter executado milhões de prostrações, oferendas de mandala e outras formas de prática de purificação. Tsongkhapa freqüentemente tinha visões de deidades de meditação e especialmente de Manjushri, com quem ele poderia comunicar-se para resolver suas dúvidas sobre aspectos profundos dos ensinamentos.
Tsongkhapa estudou com mais de cem professores, praticou extensivamente e ensinou a milhares de discípulos principalmente nas regiões centrais e orientais do Tibet. Além disto, ele escreveu muito. Seus trabalhos, totalizando dezoito volumes, continham cem títulos relativos a todos os aspéctos dos ensinamentos Budistas e clareava alguns dos tópicos mais difíceis do Sutrayana e dos ensinamentos Mantrayana. Seus trabalhos principais são: A Grande Exposição das Fases do Caminho (Lam-rim chen-mo), A Grande Exposição dos Tantras (sNgag-rim chen-mo), A Essência da Eloqüência nos Ensinos Interpretivos e Definitivos (Drnng-nges legs-bshad snying-po), O Elogio da Relatividade (rTen - 'brel bstodpa), A Exposição Clara das Cinco Fases do Guhyasamaja (gSang -'dus rim-lnga gsal-sgron) e O Rosário Dourado (gSer-phreng) .Entre os muitos de seus discípulos principais, Gyeltsab Dharma Rinchen (1364-1432), Khedrub Geleg Pelsang (1385-1438), Gyalwa Gendun Drup (1391-1474), Jamyang Chöjey Tashi Pelden (1379-1449), Jamchen Chöjey Shakya Yeshe, Jey Sherab Sengey e Kunga Dhondup (1354-1438) são alguns dos mais significantes.
Tsongkhapa faleceu finalmente com idade de sessenta anos no vingésimo-quinto dia do décimo mês Tibetano, confiando seu trono em Ganden à Gyeltsabjey. Assim começou uma tradição que continua até os dias de hoje. O nonagésimo-nono sucessor do trono de Ganden, e assim, a cabeça formal da Ordem Gelugpa, é o Ven. Yeshi Dhondup.
O maior Monastérios Gelugpa no Tibet é o Monastério de Ganden fundado pelo próprio Tsongkhapa em 1409 e foi dividido em dois colégios, o Shartsey e o Jangtsey. Jamyang Chöje Tashi Pelden fundou Monastério de Drepung em 1416. Em certa época ele chegou a ter sete filiais mas estes foram amalgamados posteriormente em quatro Loseling, Gomang, Deyang e Ngagpa. Destes, somente dois colégios, o Drepung e o Gomang sobreviveram até o tempo presente. Um dos filhos espirituais de Tsongkhapa, Jamchen Chöjey Shakya Yeshi estabeleceu o Monastério de Sera em 1419. Ele tinha cinco colégios nos quais foram amalgamados posteriormente em dois - o Sera-Jey e o Sera-Mey. Semelhantemente, Gyalwa Gendun Drup, o Primeiro Dalai Lama, fundou o Monastério de Tashi Lhunpo, em Shigatse em 1447 que se tornou o trono dos Panchen Lamas sucessivos. Ele tinha originalmente quatro colégios.
O Colégio Tantrico Inferior, Gyumey, foi estabelecido por Jey Sherab Sengey em 1440, e o Colégio Tantrico Superior, Gyutö por Gyuchen Kunga Dhondup em 1474. Nos tempos aureos havia mais de cinco mil monges em cada uma das universidades monásticas ao redor de Lhasa, Ganden, Drepung e Sera, enquanto havia pelo menos quinhentos monges em cada colégio tantrico. Homens jovens viajariam de todas as três regiões de Tibet para se matricular nestss universidades monásticas como monges para receber uma educação e treinamento espiritual.
Em geral, o currículo abrangia estudos dos cinco principais tópicos- a perfeição da sabedoria, a filosofia do Caminho do Meio, cognição válida, fenomenologia e a disciplina monástica. Estes cinco tópicos eram estudados meticulosamente pelo método dialetico usando textos Indianos como também comentários de Tibetanos e Indianos à eles, freqüentemente em livros de ensino únicos de cada tradição monástica, por um período de quinze a vinte anos. Ao se completar este treinamento, um monge é premiado com um dos três níveis do grau de Geshey (Doutor em Filosofia Budista), Dorampa, Tsogrampa e Lharampa dos quais o mais alto é o grau Geshey de Lharampa.
Subseqüentemente, se ele assim o desejar, o Geshey pode unir-se a um dos colégios tantricos para estudar os tantras e assim completar seus estudos formais, ou ele pode voltar ao seu monastério local para ensinar, ou se retirar em exclusão para se ocupar da meditação intensiva. Um monge que completou o treinamento de um Geshey é respeitado como sendo um mestre espiritual completamente qualificado e autorizado, merecedor de devoção e estima.
Esta tradição permanece dinâmica até mesmo depois do exílio. Os principais monastérios Gelug , Sera, Drepung, Ganden, e os monastérios Tashi Lhunpo e o Colégio Tantrico Gyumey foram re-estabelecidos em vários assentamentos Tibetanos em Karnataka, e o Colégio Tantrico Gyutö foi re-estabelecido em Bomdila, Arunachal Pradesh, todos na Índia.
Extraído do site http://web.prover.com.br/salves/tibsects.htm
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 Templo do CéuO Altar para Rogar por Boas Colheitas, no extremo norte, era local onde o imperador orava por boas colheitas. O Templo do Céu, a maior construção do conjunto, com três níveis de balaustradas de mármore e com 38 metros de altura, com o telhado redondo e esmaltado, se destaca por sua bela e complexa arquitetura, sendo uma obra prima em madeira da China.
Além disso, no Parque do Templo do Céu ainda possui outras construções secundárias como a residência do imperador - onde ele hospedava antes de realizar a cerimônia -, os criadouros e os locais para o sacrifício de animais que serviam como oferendas, bem como a concentração de músicos e dançarinas.
Venerar o Céu e rogar pelas boas colheitas eram os objetivos do Templo do Céu. Como os antepassados consideravam o céu redondo e a terra quadrangular, as construções do Templo do Céu seguiram tais estilos, quer dizer, ou redondas ou quadrangulares. Primeiro, na planta do parque do Templo do Céu, o norte possui forma arqueada e o sul é todo em linhas retas; segundo, as três principais edificações - o Altar do Terraço, o Altar para Rogar por Boas Colheitas e o Templo do Céu - são de formas redondas, porém, os muros são em forma quadrangular.
Os números são muito simbolicamente usados no Templo do Céu. Por exemplo, o número 9 é o maior número impar, por isso, o pavimento do Altar do Terraço é feito com pedras dispostas círculos. O primeiro círculo possui nove pedras, o segundo, 18. E assim é, sucessivamente, até o nono círculo, com 81 pedras. Suas escadas também possuem 9 graus, respectivamente. No Pavilhão do Templo do Céu, os números são mais ligados ao calendário agrícola: por exemplo, 28 pilares divididos em três círculos. O primeiro círculo exterior possui 12 pilares, significando as 12 horas em que se dividem tradicionalmente o dia, com os nomes das 12 Ramas Terrestres; o segundo círculo também possui 12 pilares, simbolizando os 12 meses do ano, enquanto juntando os 24 pilares, dos dois círculos, significam os 24 períodos climáticos do ano. Os 4 pilares, com imagens de dragões dourados, do círculo interior ou central, significam as 4 estações do ano.
Das cores empregadas nas edificações, a amarela significa a terra, o azul significa o céu, por isso, a maioria das edificações do Templo do Céu são azuis. O Templo do Céu e o Templo Huangqiongyu, com o telhado de tijolos esmaltados em azul, até as paredes e edifícios secundários também são azul. No parque do Templo do Céu, existem mais de 60 mil pinheiros, dos quais, mais de 4 mil possuem mais de um século de existência. Com as frondosas árvores e pinheiros, com edificações em azul e as balaustradas em mármore branco, o céu azul, o Templo do Céu oferecia uma atmosfera mais solene, serena e sagrada para cerimônias da corte.
Em 1998, o Templo do Céu foi incluído na lista dos patrimônios mundiais. A avaliação da UNESCO é a seguinte: primeiro, a arquitetura do Templo do Céu é uma obra prima da história arquitetônica da China; segundo, há muitos séculos, a distribuição e a planta simbólica do Templo do Céu vem exercendo grandes influências na construção e projetos arquitetônicos do Extremo Oriente; terceiro, nos últimos dois mil anos, a China permaneceu sob um domínio feudal, por isso, o estilo arquitetônico do Templo do Céu é um símbolo pleno da legitimidade da corte imperial.
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 Guangzhou, capital da província de Guangdong, é um dos mais importantes meios de entrada de entrada para a China assim como Shanghai e a capital Beijing. É um exemplo da China moderna com política indiscutível e uma economia de peso.
Esta cidade é muito conhecida para o Ocidente desde o colapso da guerra de Opium no século passado, sua história pode ser traçada desde há 2200 anos, quando um general rougue fundou o reino independente de Kayne no subúrbio Panyu.
Sendo a rota marítima da seda o ponto de partida, Guangzhou teve contato direto com o Ocidente por mais de 2000 anos, o que faz o povo de Guangzhou ser indiferente aos assuntos do Ocidente.
Atualmente, Guangzhou cobre uma área de 7434,4 km² com uma população de mais de 6 milhões, dos quais mais da metade vive na cidade de Guangzhou, conhecida pela sua cozinha cantonesa, que nenhum turista pode perder.
Educação
A cidade oferece 28 universidades conceituadas, como Zhongshan e Jinan, e 559 instituições de ensino secundário, além de uma cidade universitária que abrange todas as áreas de ensino, localizado no distrito de Panyu. Destaca-se a cidade pelas pesquisas tecnológicas, lugar onde concentra 80% dos pesquisadores da província, sendo aproximadamente 186.000 membros de diversas áreas pesquisadas.
Investimentos
A cidade oferece aos investidores, cinco áreas especiais para o comércio e investimentos estrangeiros. O crescimento econômico anual da cidade é de 13% ao ano. Guangzhou comporta as principais empresas de telecomunicações e instituições financeiras da China.
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 Casa memorial de
Sun Yat-sem
Um dos maiores e mais belos palácios como memorial dedicado para o herói nacional Sun Yat-sem.
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 Parque de diversão Dongfang
O maior parque de diversão na China. Você pecisa de um dia para visitar cerca de 50 atrações que ele oferece.
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 Mundo oceânico do Gunagzhou
O mundo Oceânico de Guangzhou é um parque de diversões marítimo, um centro de educação pública e de pesquisas em um só lugar. Existem 10.000 seres marinhos e mais de 200 espécies vivendo em um enorme aquário, no qual você pode andar através de um túnel de baixo da água para olhar as espécies.
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 Estátua dos cinco Carneiros
A lenda conta que há 3000 anos atrás, cinco imortais montados em cinco carneiros trouxeram solo fertil, favorecendo o crescimento do arroz para os residentes de Guangzou. Os imortais desapareceram, os carneiros viraram rochas e os residentes tiveram comida de sobra para sempre. A estátua se localiza no parque Yuexiu.
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 Templo de Guangxio
Depois de 2000 anos, onde era o palácio do reino de Nanyue, agora é um templo Budista. Ele é uma das estruturas mais antigas de Guangdon.
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 O mosteiro de seis Banyans
Construído em 1450, ele é um dos monumentos históricos da China melhor preservados. A arquitetura antiga Chinesa contrasta com os modernos arranha-céus da cidade.
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 Jardim Yuntai
Situado no pé da montanha Baiyun Shan, o jardim possui uma variedade de flores raras e árvores raramente encontradas em outros lugares.
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 Zoológico Guangzhou
Foi inaugurado em 1958. Ele possui mais de 450 espécies e ocupa uma área total de 43 hectares. É o maior zoológico no sul da China.
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