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A segunda maior economia do mundo deverá chegar aos 8,8% em 2013
A economia chinesa, a segunda maior do mundo, deverá crescer 8,2 por cento em 2012 e 8,8 por cento em 2013, de acordo com as previsões divulgadas esta terça-feira pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Embora os efeitos da crise da divida soberana na Europa tenham afetado a procura externa, o robusto mercado interno da China ajudou a compensar o abrandamento das exportações, assinalou o FMI.
A previsão do FMI coincide com a do Banco Mundial, que na semana passada vaticinou também para a China um crescimento de 8,2 por cento em 2012.
No primeiro trimestre de 2012 o Produto Interno Chines cresceu 8,1 por cento, um abrandamento de 0,8 pontos percentuais em relação ao último trimestre de 2011 e 1,1 pontos percentuais quem da média do ano passado.
Ao longo das últimas três décadas, a economia chinesa cresceu em média 9,9 por cento ao ano, tornando-se em 2010 a segunda maior do mundo, à frente do Japão.
Uma comitiva de 15 representantes comerciais paranaenses embarca na próxima sexta-feira, 13, para a China. O grupo visitará a maior feira de negócios do País, a Feira de Cantão, também reconhecida mundialmente por ser o evento escolhido para os principais lançamentos em produtos, equipamentos e tecnologia. “Nesta feira estão as principais tendências de mercado para os próximos anos, um leque enorme de oportunidades para o representante comercial”, afirmou o presidente do Sindicato dos Representantes Comerciais do Paraná (SIRECOM-PR), Paulo Nauiack, que também participará do evento. “Há várias vantagens ao visitar eventos como este, mas duas me chamam muito a atenção. Uma delas é a oportunidade de geração de negócios com a indústria internacional. Outra são as novas ideias, novas formas de comercialização que aprenderemos ao termos contato com uma cultura diferente”, justificou Nauiack.
Além de representantes comerciais filiados ao SIRECOM-PR e do presidente Paulo Nauiack, também estão no grupo o advogado da entidade, Marlus Arns, e os diretores Carlos Hamilton Singer, Ottilio Monaco, Leila Maria Pinto e João Maria Vilella. O grupo participará da primeira etapa da Feira de Cantão que acontece de 15 a 16 de abril.
A organização da comitiva faz parte de uma ação promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil – China (CCIBC) e conta com o apoio da Federação do Comércio do Paraná (FECOMERCIO).
O investimento direto não financeiro da China no exterior atingiu US$ 16,55 bilhões no primeiro trimestre de 2012, um crescimento anual de 94,5%, informou hoje o Ministério do Comércio.
Do total, US$ 6,2 bilhões de investimento foram realizados por fusões e aquisições, indicou o porta-voz do Ministério do Comércio, Shen Danyang, em uma entrevista coletiva.
O investimento direto da China no exterior registrou um aumento substancial em março, pois a cifra nos primeiros dois meses do ano foi de apenas US$ 7,435 bilhões.
A soma do investimento chinês no primeiro trimestre envolveu 1.096 empresas com sede em 109 países e regiões, de acordo com Shen, acrescentando que até o final de março, o investimento direto não financeiro da China no exterior expandiu para US$ 338,5 bilhões.
O investimento ativo da China no exterior veio em meio à queda do investimento estrangeiro no país asiático. Estatísticas oficiais mostram que a China atraiu US$ 29,48 bilhões de investimento estrangeiro direto entre janeiro e março, uma diminuição anual de 2,8%.
No primeiro trimestre, o valor de negócios derivados de projetos contratados no exterior foi de US$ 20,88 bilhões, uma alta anual de 23%. No entanto, o valor dos contratos recém-assinados registrou uma queda de 3,8%, totalizando US$ 29,76 bilhões, disse Shen, acrescentando que o valor dos contratos recém-assinados em março cresceu anualmente 6,7% e chegou a US$ 14,43 bilhões.
Até o final de janeiro, 809 mil chineses trabalhavam em projetos de investimento no exterior, cifra que representa um aumento de 40 mil pessoas em relação ao mesmo período do ano passado.



























